Oragilda Batista Fernandes, 28, será transferida para a cidade de Jateí nesta quinta-feira (3) após audiência de custódia no Fórum de Dourados. Ela é acusada de incendiar um barraco na área de retomada Avae’te, próximo à Aldeia Bororó, na Reserva Indígena de Dourados, causando a morte de duas mulheres e uma bebê.
As vítimas foram identificadas como Líria Isnarde Batista, 76, Fabiana Benites Amarilha, 37, e a filha dela, Mariana Amarilha Paula, de apenas 1 ano. Os corpos carbonizados foram encontrados dentro do barraco.
Segundo o delegado Erasmo Cubas, chefe do Setor de Investigações Gerais (SIG), as três estavam bebendo no domingo (30) quando surgiu uma discussão. Uma testemunha disse à polícia que, durante a briga, Oragilda teria sufocado a criança e atingido Líria na cabeça com uma barra de ferro.
Em seguida, a suspeita usou um galão de gasolina para atear fogo à moradia, que foi incendiada de fora para dentro. A polícia acredita que a idosa e a bebê já estavam inconscientes, enquanto Fabiana dormia no momento do crime.
O caso segue em investigação.