A Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitou mais informações ao governo russo sobre a morte de uma funcionária que trabalhava em um laboratório de pesquisa sobre peste, localizado na Sibéria.
O caso gerou especulações internacionais, mas autoridades russas afirmam que os exames não detectaram nenhum microrganismo relacionado ao trabalho da cientista e que todos os contatos testaram negativo para peste pneumônica. Países como EUA e Reino Unido informaram que acompanham o caso, mas reforçam que não há indícios de ameaça à população.
É uma infecção pulmonar grave causada pela bactéria Yersinia pestis. É considerada a forma mais virulenta da peste (que também possui as variantes bubônica e septicêmica).
Apesar de altamente virulenta, a doença responde bem ao tratamento com antibióticos, desde que administrados precocemente.